John Smith, então com 14 anos, teve uma experiência de quase morte e sobreviveu após ficar submerso por 15 minutos no lago Saint Louis e ser declarado clinicamente morto por 1 hora e 15 minutos em 19 de janeiro de 2015.
O caso, adaptado no filme “Breakthrough” (2019), teve novo capítulo com declarações do pastor Jason Noble à CBN News em junho de 2025.
Sequência dos fatos:
Acidente: Smith atravessava o lago congelado quando o gelo quebrou;
Resgate: Equipes de emergência o recuperaram sem sinais vitais após 15 minutos submerso;
Morte clínica: Médicos do SSM Health St. Joseph Hospital atestaram ausência de atividade cerebral por 75 minutos;
Oração: Joyce Smith, mãe do adolescente, orou no hospital: “Espírito Santo, traga meu filho de volta à vida”, segundo relato de Noble;
Retorno: Monitores cardíacos reiniciaram imediatamente após a oração, conforme registros médicos.
Smith sofreu três paradas cardíacas subsequentes. Os médicos indicaram 99% de chance de morte ou estado vegetativo permanente, frustrando qualquer esperança de recuperação clínica do jovem.
Noble, por outro lado, reuniu pastores para orações contínuas no local onde ele estava internado: “Não íamos desistir do John”. O pastor afirmou ter visto “um anjo do chão ao teto” durante as orações. Contra todos os prognósticos médicos, o adolescente despertou sem sequelas neurológicas cinco dias depois.
Situação atual:
Em 2025, John Smith, agora com 24 anos, é casado e pai de uma criança. Ele trabalha como consultor educacional e mantém discrição sobre o caso. O pastor Noble publicou o livro “Breakthrough to Your Miracle” (2020), onde detalha sua perspectiva teológica:
“Posicionar-se como condutor para milagres é essencial. Dúvida e medo podem impedir a ação divina”.
Após toda a repercussão do acidente, inclusive nas mídias locais, o caso foi estudado no Journal of Medical Ethics (2017). Alguns especialistas citaram a possibilidade de hipotermia extrema como fator de preservação cerebral, mas reconheceram a recuperação completa como “estatisticamente improvável”.
Para a família, a experiência de quase morte de Smith permanece classificada como milagre. Joyce Smith declarou à produtora do filme em 2018: “Deus escreveu uma história onde a medicina só via fim”.
Fonte: Gospel mais
